A Reabilitação Urbana parece ter entrado finalmente na ordem do dia em Portugal. Dir-se-ia inevitável, dado ser ainda ínfimo o seu peso quando comparado com o que de novo se constrói. Por ela passará parte importante do futuro da nossa profissão, associando-a também à manutenção periódica do parque edificado e à necessidade de adequá-lo às metas exigentes da União Europeia em termos de carbono e de eficiência energética.
Importa, porém, não repetir os erros do passado e aproveitar a oportunidade sem as excessivas precipitações que a actual crise pode provocar, ou seja, pensar para agir e agir a pensar.
06.04.2011