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Monsanto. 30 anos depois corredor verde está pronto
06.12.2012
Câmara de Lisboa garante que o projecto do arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles está “na fase final de várias obras”

O corredor verde de Monsanto, um projecto com mais de três décadas concebido pelo arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, vai ser inaugurado a 14 de Dezembro, segundo garantiu a Câmara Municipal de Lisboa (CML).

Segundo a autarquia, o corredor verde vai contar com 6,5km de comprimento e 51 hectares de área. Este espaço irá englobar duas pontes ciclopedonais, vários jardins, uma área experimental de prado biodiverso de sequeiro, 2 hectares de seara, dois miradouros, um quiosque com esplanada e cinco parques: um juvenil, outro de skates, dois de manutenção física e um hortícola. “Nos últimos anos foi concluída a ligação entre a Rua Marquês de Fronteira e a Rua da Mesquita, criando um novo espaço verde com árvores, pista ciclável, um skate park e equipamentos de ginástica ao ar livre”, explica fonte oficial do gabinete de José Sá Fernandes, vereador do Ambiente Urbano, Espaços Verdes e Espaço Público da CML. De acordo com a mesma fonte foi ainda construída uma nova ponte pedonal e ciclável sobre a Avenida Calouste Gulbenkian, que une a Universidade Nova ao Jardim da Amnistia Internacional (ex-jardins de Campolide), além da ponte de madeira que foi iniciada em Novembro sobre a Rua Marquês de Fronteira e que estará concluída nas próximas semanas. No Jardim da Amnistia Internacional foram ainda criados vários talhões hortícolas. “Todo este percurso está agora integrado na rede de percursos e corredores pedonais e cicláveis de Lisboa”, diz o gabinete do vereador.

Obras
Para que todo o projecto fique concluído até Dezembro, estão ainda a ser feitas as últimas obras no corredor verde que liga o Parque Eduardo VII e o Parque Florestal de Monsanto. “Neste momento estão a decorrer a requalificação junto à Universidade Nova para construção de um miradouro e a ser criado um novo espaço verde na Quinta do Zé Pinto, que irá manter uma componente de culturas de sequeiro. Ao longo do corredor vão ser ainda plantadas mais de 400 árvores e milhares de arbustos e vai também ser instalado um equipamento juvenil no Jardim da Amnistia Internacional”, afirma a CML.

Com o fim destas obras, o Parque Eduardo VII e o Parque Florestal de Monsanto vão passar a estar ligados através de espaços verdes, o que vai permitir que tanto ciclistas como peões possam circular de forma contínua pela cidade. A CML concretiza assim uma das suas promessas eleitoras e o sonho antigo do arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, que há mais de 30 anos idealizou este percurso.

Investimento
De acordo com declarações de José Sá Fernandes em 2008, ao todo o projecto – que inclui nivelamentos de piso, construção de pontes, entre vários outros trabalhos – custou 500 mil euros à autarquia, mas segundo o vereador a maior parte da verba foi assegurada por financiamentos exteriores e também por dinheiro do Casino de Lisboa.

Fonte: Jornal i



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