concursos internacionais
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© Humberto Conde (HRA-Lisboa)
A [maze] ing Garden é segundo classificado no Concurso “Biennale Pavilion – Venice”
19.09.2013
O projecto coordenado por Humberto Conde, que contou com a colaboração de Filipe Ramalho, Joana Alvarez e João Almeida, foi o segundo classificado no concurso internacional de ideias para desenhar o pavilhão da Bienal de Veneza promovido pelo portal ArchTriumph.

O vencedor foi o arquitecto sul coreano radicado em Londres, Leo Sooseok Kim, inspirado pelo nevoeiro poético e pelas estacas de madeira que podem ser vistos em todos os lugares em Veneza. “A ideia era que o pavilhão tivesse um papel fundamental e bem-sucedido como mediador social entre Veneza e os visitantes da Praça de São Marcos”, disse o arquiteto.

Humberto Conde defendeu o seu projecto, com uma área bruta de construção de 5.813m2, argumentando que “qualquer cidade precisa de espaços verdes: espaços privilegiados de socialização e refúgios da vida quotidiana. Veneza é uma cidade dotada de poucos jardins, isolados uns dos outros num raio de 100 metros de distância. No sentido de colmatar esta necessidade, o pavilhão assume-se como um jardim flutuante, um espaço onde exposições e actuações artísticas se desenvolvem em harmonia com o meio natural.

Usando como referência o facto de Veneza ser descrita como sendo um autêntico labirinto, uma parte da malha urbana da cidade é implementada na plataforma-jardim, definindo os espaços verdes e criando caminhos e praças ao longo do seu desenho labiríntico.

Três eixos visuais são criados, ligando os edifícios mais simbólicos do espaço envolvente. Estes eixos são implementados no desenho da malha do jardim, redefinindo a sua complexidade e criando um sistemas de vistas que conecta o visitante com os edifícios mais emblemáticos de Veneza.

É proposto um auditório para a cidade e a praça, que estabelece uma relação directa com a Praça de São Marcos. Através do um eixo visual entre estes dois elementos é provocada uma inflexão, da qual resulta a forma curva do palco e da plateia/escadaria do auditório, que serve também de acesso ao pavilhão-jardim.
Deambulando pelo jardim, o visitante é convidado a explorar os espaços programáticos através dos cinco sentidos: visão, audição, olfacto, tacto e paladar. Cada espaço do pavilhão proporciona uma experiência sensorial nova e única, engrandecendo a vivência arquitectónica do espaço.

A nível da sustentabilidade, a plataforma é dotada de um sistema que recolhe, trata e reutiliza as águas das chuvas e da lagoa para uso futuro, nomeadamente para o abastecimento das fontes e para a rega dos espaços verdes.”

Conheça todos os projectos distinguidos.


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