prémios secil
Seleccionados e premiados | Secil Universidades Arquitectura 2011
21.09.2012
As felicitações vão para os premiados entre os 20 finalistas:

Alexandre Vicente
trabalho Museu na segunda linha de defesa da Juromenha
escola Universidade Autónoma de Lisboa
docentes Francisco Aires Mateus + Anna Bacchetta

Diogo Lopes + Inês Morão Dias + Mafalda Maurício
trabalho Projecto urbano na margem esquerda do Mondego – entre o rio e a cumeeira
escola Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra
docentes Gonçalo Byrne + Nuno Grande

Elsa Barrelas + Lurdes Chagas
trabalho Casa Vertical – design for Aging
escola Universidade de Évora
docente João Maria Trindade

Sofia Margarida Passos dos Santos
trabalho Espaço cultural. Centro de Conhecimento
escola Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
docente João Pedro Serôdio

Gilberto Miguel Areias Pedrosa
trabalho Pavilhão da Luz
escola Faculdade de Arquitectura – Universidade Técnica de Lisboa
docentes António Lobato Santos + Dulce Loução


Uma primeira selecção do Júri distinguiu os seguintes candidatos, que irão receber um diploma.

Lucas Cantisano Diz
Centro Regional das Beiras – Universidade Católica Portuguesa

Andreia Sofia Felisberto das Neves
Instituto Superior Técnico

Zara Castelo Alves Ferreira
Instituto Superior Técnico

Raul Manuel Valente Serra
Universidade Lusíada de Lisboa

Filipa Serra Rebelo de Andrade
Universidade Autónoma de Lisboa

José Maria Ribeiro Rocha Gonçalves
Universidade Autónoma de Lisboa

Ricardo Marques Margarido
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia de Lisboa

Filipe Nunes Faustino
Faculdade de Arquitectura – Universidade Técnica de Lisboa

Gonçalo Miguel Lourenço Batista
Faculdade de Arquitectura – Universidade Técnica de Lisboa

João Filipe Gama Figueiredo Varandas
Faculdade de Arquitectura – Universidade Técnica de Lisboa

Ana Isabel Botelho da Palma Alves
Universidade de Évora

Cristina Andreia Cunha de Matos
ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa

Adalberto Araújo da Silva Gonçalves Dias
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Ana Rita Vale Meira da Silva
Universidade do Minho

Vânia Mariline Marques Correia
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra

O Júri congratulou-se com a qualidade geral das propostas, reconheceu o notável trabalho desenvolvido quer pelos estudantes quer pelas Universidades e os seus representantes.

Sobre os trabalhos vencedores, o Júri registou em acta alguns aspectos que neles reconheceram e que os distinguiram entre os 72 trabalhos apreciados:

Alexandre Vicente
Museu na segunda linha de defesa da Juromenha
Universidade Autónoma de Lisboa (Francisco Aires Mateus + Anna Bacchetta)

O projecto proposto define o território. Ocupa-o com intervenções pontuais que criam uma rede de relações visuais estruturada num processo de leitura e investigação da primitiva militar. Sintetiza não só uma construção histórica típica da paisagem Alentejana, sendo criada a partir de uma estrutura defensiva, como tal privilegiando a abrangência visual da paisagem circundante.
A proposta apresenta na escala do objecto, uma inversão conceptual do “corte vertical” como instrumento de estudo essencial na definição da estrutura, da matéria, da construção, revertendo para o espaço entre muros a dimensão da textura e da densidade da matéria. A matéria é o que se vê no espaço e não o que se escalpeliza e estratifica pela abstracção do corte.

Diogo Lopes + Inês Morão Dias + Mafalda Maurício
Projecto urbano na margem esquerda do Mondego – entre o rio e a cumeeira
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (Gonçalo Byrne + Nuno Grande)

Trabalho que incide num fragmento de cidade, onde se colocam problemas com escalas de intervenção muito distintas, mas que se organizam segundo o princípio da resolução pontual inscrita num percurso urbano que se pretende unificar e qualificar.
Pretende-se ligar as diversas cotas da cidade junto ao Mondego, a cota alta e a cota baixa e o seu atravessamento, assim como a qualificação de equipamentos actualmente obsoletos de modo a dar-lhes um novo protagonismo urbano, abrindo-os novamente à cidade. Procurou resolver-se com elementos chave o tecido urbano a consolidar, apresentando um grande acerto nas diversas escalas de intervenção.

Elsa Barrelas + Lurdes Chagas
Casa Vertical – design for Aging
Universidade de Évora (João Maria Trindade)

Questiona a iconografia da cidade de Lisboa através de um programa – Residências para a 3ª idade - habitualmente não inseridas no centro urbano e que não reflectem estas tipologias urbanas.
O programa aparentemente produziria uma estrutura de vocação eminentemente horizontal, mas inversamente, construiu uma justaposição vertical de módulos que se organizam em torno dos acessos verticais e dos espaços comuns. A base horizontal dessa estrutura vertical adossa-se organicamente à morfologia urbana, preparando a colocação e sustentação da “torre”. As relações de escalas que este edifício procura estabelecer, quer com o território, quer entre a base, plano horizontal e a torre, plano vertical, tema recorrente de composição na arquitectura, não são feitas de um modo simplista.

Sofia Margarida Passos dos Santos
Espaço cultural. Centro de Conhecimento
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (João Pedro Serôdio)

Equipamento cultural que encontra a sua lógica formal na função do edifício e na paisagem em que se inscreve, reflectindo-se no tema do percurso, quer na distribuição espacial que ocorre no interior, quer no modo como este acontece no exterior.
O edifício implantado numa topografia complexa, utiliza os planos da cobertura para vencer a diferença de cotas, a da via, à cota superior e a do jardim, à cota inferior, permitindo que o seu atravessamento tenha uma utilização lúdica e contemplativa do rio Douro.

Gilberto Miguel Areias Pedrosa
Pavilhão da Luz
Faculdade de Arquitectura – Universidade Técnica de Lisboa (António Lobato Santos + Dulce Loução)

Exercício que procura através do uso da luz natural , construir um espaço vocacionado para a fruição do utilizador. Recorre ao uso de planos delimitados pela luz para definir geometricamente as arestas e os vértices, ganhando com esta experimentação uma complexidade espacial acrescida. Utiliza as maquetes como elemento essencial na experimentação, procurando registar o tempo do movimento da luz natural no espaço interior. Este exercício, procura através da sistematização experimental, a confirmação dos axiomas da fenomenologia espacial.
É um projecto que procura ainda a consolidação urbana do território em que se insere, ajustando a escala da proposta à articulação das distintas cotas e percursos urbanos.

Conheça os trabalhos premiados


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