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Estúdio AMATAM distinguido na 18ª edição dos World Architecture Awards
04.03.2015
O Estúdio AMATAM foi o único atelier português distinguido na 18ª edição dos World Architecture Awards com o seu projecto para uma moradia em Birre, integrando uma lista de 20 projectos premiados pelo Júri, composto por Membros Honorários da World Architecture Community, dos quais fazem parte arquitectos, críticos académicos, editores de revistas de arquitectura, curadores e outros peritos, autoridades de várias instituições e organizações governamentais relacionados com a Arquitectura, tendo sido convidados a escolher um corpo de projectos dentre os candidatos.  
Nesta edição dos World Architecture Awards, foram avaliados 386 projetos, dos mais diversos países, dos quais 72 projectos foram seleccionados para a avaliação dos membros Honorários da comunidade World Architecture.
 
Poderão ter acesso aos vencedores aqui.
Para mais informações sobre o projecto distinguido, poderão visitar site do Estúdio AMATAM.

Pode ler-se no site:
“Foi com surpresa que nos pediram para desenvolver este Projecto. Depois de uma visita inesperada ao local e de algumas conversas sobre sonhos e pretensões, começámos a delinear o que viria a ser a casa de Birre. Para nós uma oportunidade de desenvolver uma habitação que reflectisse as experiências resultantes das últimas viagens, e para o cliente o desejo de ver construída a sua primeira casa.
Inevitavelmente os planos inclinados, os cobogós e os pátios estão presentes neste projeto, reflexo do entendimento da plasticidade Suíça, do tratamento da luz modernista Brasileiro e da espacialidade da arquitetura popular mediterrânica.
Dada a sua localização num lote de gaveto, optou-se por limitar as aberturas nos alçados mais públicos, abrindo a vivência interior para a massa arbórea existente no interior dos lotes circundantes. Este controlo da privacidade levou-nos a gerar uma série de pátios interiores que pretendem estender a vivência da casa para além do aparente, das próprias paredes, criando relações visuais entre os diversos pisos, num jogo no qual a fronteira do interior e exterior se dilui entre terraços e varandas, cobertos e descobertos, planos perfurados.
O piso de entrada assume a função mais social da casa, com uma forte relação com a piscina que rasga o volume da habitação convidando ao mergulho.
As áreas mais privadas encontram-se no piso superior, tirando partido dos diferentes pátios e das relações que se estabelecem com o exterior e com as vistas circundantes. O piso da cave, recebe todas as funções mais técnicas da moradia.
Apesar de aparentemente ao olhar do transeunte assumir-se como um volume fechado, procurámos criar para quem habita esta moradia, um cuidado jogo de aberturas de luz que permite que essa seja a qualidade que mais se destaca. A luz natural percorre a habitação em todos os seus pisos e divisões, criando diferentes atmosferas consoante o percurso solar durante o dia.”


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